Desfile de 25 de Abril de 2017

 

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DEFICIENTES

 

COMUNICADO

 

Portugal está suspenso das propostas e recomendações que o grupo constituído pelo FMI, BCE e Comissão  Europeia irá adoptar em troca da “ajuda financeira” ao nosso País. As medidas que este grupo impôs à Grécia e à Irlanda não auguram nada de bom para os portugueses, sobretudo para os trabalhadores e os grupos mais desfavorecidos. Consta que o pacote de medidas pensado para Portugal irá ser mais “exigente” que o aplicado naqueles países, o que nos coloca, desde já, sérias reservas e preocupações.

 

Sabe-se que em Portugal o fosso entre ricos e pobres é dos mais elevados da União Europeia. Sabe-se que a pobreza aumenta dia-a-dia e que afecta particularmente as crianças e também é sabido que as reformas mais baixas estão a um nível muitíssimo inferior do que as que são atribuídas nos restantes países da UE e muito abaixo do limiar da pobreza.

Perante este panorama, resta à sociedade portuguesa estar atenta ao cenário que está a ser preparado e lutar para que o pacote de medidas que o Governo e estas instituições internacionais tencionam impor-nos não subverta os princípios fundamentais consagrados na Constituição da República Portuguesa.

 

Fundamental é não permitir que a “recuperação económica” se faça à custa dos grupos mais vulneráveis, entre os quais as pessoas com deficiência, que hoje já se deparam com sérias dificuldades para sobreviver, mas antes seja feito um esforço para uma justa distribuição da riqueza que nivele as imensas desigualdades existentes na sociedade portuguesa.

 

A Associação Portuguesa de Deficientes estará atenta e disponível para exigir o cumprimento dos direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa e na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que Portugal ratificou e, consequentemente, se comprometeu a respeitar.

 

Lisboa, 30 de Abril de 2011

 

 

 

 

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