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ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DEFICIENTES

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

No Dia Internacional da Mulher a Associação Portuguesa de Deficientes realça a urgência de dar atenção à situação das mulheres e meninas com deficiência, particularmente depois dos cortes brutais nas prestações sociais dos últimos anos e que afectaram não só as pessoas com deficiência mas também os agregados familiares com crianças e jovens com deficiência.

Segundo dados do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento 2015, do INE, 28,1% das mulheres residentes em Portugal estavam em risco de pobreza ou exclusão social em 2014, tendo-se verificado um aumento de 0,7% em relação a 2013. Segundo o Eurostat a percentagem de pessoas com deficiência em risco de pobreza e exclusão social em 2014 no nosso País era de 26,7%, tendo-se verificado um aumento de 1,2% relativamente a 2013.

Estes números são reveladores da amplitude que a pobreza tem em Portugal e particularmente entre as pessoas com deficiência e, considerando que o número de mulheres pobres, tal como refere o estudo do INE, é superior ao dos homens e, ainda que a taxa de pobreza entre os menores de 18 se cifrava em 2014 nos 24,8%, pode-se inferir que as condições de vida das mulheres e das menores com deficiência exigem a adopção de medidas urgentes e direcionadas para estes grupos da população.

A Associação Portuguesa de Deficientes espera que o Orçamento de Estado 2016 traduza o reforço das prestações sociais no caso das pessoas com deficiência, de forma a retirar da pobreza um número considerável de cidadãos.

A Associação Portuguesa de Deficientes não pode deixar de expressar a sua preocupação pelas condições em que se encontram as refugiadas com deficiência, para quem as circunstâncias têm dificuldades acrescidas e, muito em particular, para todas as mulheres e meninas que não conseguem fugir das zonas em guerra e da pobreza extrema.

 Lisboa, 7 de Março de 2016

 

Revista Plural & Singular