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COMUNICADO

 

CONVENÇÃO ENTRA EM VIGOR

 

O dia 4 de Abril, marca o início de uma nova era para as pessoas com deficiência: a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência entrou em vigor. Ao depositar o seu instrumento de Ratificação, a República do Equador, é o 20.º país a ratificar esta Convenção, tornou possível este sonho perseguido, desde há longos anos pelo movimento de pessoas com deficiência, que as Nações Unidas apadrinharam.

 

O primeiro instrumento de direitos humanos do século XXI, negociado em tempo recorde, o único, até à data, em que os destinatários, através das suas organizações representativas, participaram directamente na sua elaboração, é também um dos que mais rapidamente entraram em vigor.

 

No Comunicado das Nações Unidas de 4 de Abril afirma-se que a Convenção está profundamente enraizada nos objectivos das Nações Unidas, na visão da Carta de um mundo justo e pacífico e melhores padrões de vida em maior liberdade. Através dos seus 50 artigos e do Protocolo Facultativo, a Convenção visa promover, proteger e garantir o pleno e equitativo exercício dos direitos humanos e das liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência. Destina-se a promover o respeito pela sua inerente dignidade.

 

Espera-se, agora, que os países da União Europeia procedam à ratificação da Convenção, uma vez que apenas a Espanha e a Hungria o fizeram. As pessoas com deficiência portuguesas aguardam que em Portugal, tal como foi afirmado pelo Governo Português, seja ratificada a Convenção e o seu Protocolo Adicional, ainda antes do final de 2008.

 

Esta ratificação constituirá um sinal inequívoco do futuro empenho de Portugal em assegurar os direitos humanos dos cidadãos com deficiência, a promoção da igualdade de oportunidades e a plena inclusão social destes cidadãos.

 

As pessoas com deficiência representam uma parte significativa da população. Estão desproporcionadamente representadas entre os estratos mais pobres pelo que é urgente agir para inverter esta injusta realidade.

 

Lisboa, 7 de Abril de 2008

 

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A Associação Portuguesa de Deficientes foi confrontada com a existência de um peditório que está a ser efectuado junto de particulares e empresas, por uma alegada Associação Humanitária de Apoio ao Deficiente, que dá a morada no Largo do Rato.

 

A APD alerta para o facto de não haver nenhuma associação com esta designação no Largo do Rato e o número de contribuinte que apõem nos “recibos” não corresponder a nenhuma organização.

Última modificação 2008-08-04 23:42
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