Delegação da Região Autónoma da Madeira

 

Delegação:

Urb. Ribeira Grande - Rua Antero de Quental, Bloco 10 - Loja 11
Santo António
9000-127 Funchal

Contacto: 291 774 219

Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

Corpos Sociais para o quadriénio 2016 / 2019

Presidente – Filipe Renato da Silva Rebelo
Vice Presidente- João Miguel Vasconcelos Basílio
Secretário – Sérgio Rodolfo Vieira Soares
Tesoureiro – Carlos Luís Câmara França
Vogal – Cláudia Andreia Gouveia Reis
Suplente – José Fernandes Correia
Suplente – Diana Andreia Sousa Silva

Nota à Comunicação Social

1º Semestre 2017 - BALANÇO

 

 

Concluído o 1º semestre de 2017,  ofuscam-se ilusões/esperanças no longo/sinuoso caminho da inclusão. Identificando medidas positivas, destaca-se: apatia, hesitação, indícios de demagogia. Repudiando a malévola propaganda dos inimigos da inclusão (os partidos de direita) cuja hipócrita manipulação revela  ignominioso oportunismo, pois, enquanto poder, comportaram-se: à margem da legalidade; como encarniçados inimigos da inclusão; como fraccionistas das organizações representativas das pessoas com deficiência, através de vergonhosas manobras de aliciamento, especialmente dirigidas àquelas que resistiam à abominável intromissão. Quando a DDE/APD repudiou a revisão do estatuto IPSS, tinha razão; quem, como, explicar que instituições ««sem fins lucrativos»» sejam atraídas para a ruinosa actividade especulativa da banca?

É evidente a corrupção permitida pelo famigerado estatuto IPSS; a quem serve esse despropósito? Quem o redigiu? Quem o promove? Quem tem beneficiado das corruptelas, compadrios, clientelas, acoutadas no «comércio social»?

Os factos confirmam: é imperativa mudança na política social, instituindo verdadeiros mecanismos de diálogo/participação dos destinatários! Não terá sido o reconhecimento deste miserável flagelo que conduziu à redacção do Dec-Lei 2017/05/22, simulacro descarado de participação, aprovado pelo actual governo, acolhendo propostas da direita?

O SNS agoniza; nos últimos 15 anos, foi reduzido em 5% o investimento na saúde, quando crescem as necessidades das populações assoladas pela pobreza, pelo envelhecimento, pelo isolamento do mundo rural, enquanto se toleram as PPP’S, com chorudos lucros para o grande capital; já sabíamos: não dizem entidades idóneas que os pobres são os mais desprezados/desprotegidos no SNS? Que injustiça é esta? Para acabar com esta iniquidade, não faz falta  reforço orçamental; faz falta: firmeza, determinação, defesa activa/comprometida dos preceitos constitucionais, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência; combater, com audácia/fortaleza, interesses sórdidos, incompatíveis com ««o bem comum»»! Quem beneficia do apregoado «crescimento»? Quando será notado pelos grupos desfavorecidos, especialmente nas zonas deprimidas? Do acesso ao SNS, à desertificação; da pobreza à incapacidade de aquisição de medicamentos; tudo é monótono, tudo fica parado, não é perceptível o crescimento!...

A DDE/APD ouviu, - 3º Encontro de Cegos, 06/05 – essas lamentações, repetidas, em tantas iniciativas de esclarecimento, debate, reivindicação, onde pontificou a ausência: - dos órgãos desconcentrados; do poder local; - sinal de desinteresse (reiteradamente repudiado) pela desditosa sorte destes grupos.

A DDE/APD, declara, com plena convicção: {Sem definição imperativa do diálogo/participação, a todos os níveis do Estado, não atingiremos a sociedade inclusiva!}

Constatando o fracasso da defesa do direito ao diálogo/participação, consubstanciado no Dec-Lei 148/2017/05/22, a DDE/APD exorta as organizações representativas das pessoas com deficiência: à luta comprometida pela reposição de efectivos mecanismos de «diálogo/participação»: elaborando/remetendo à Assembleia da República petição para aprovar legislação coerciva garante do diálogo/participação; à denúncia, em todos os organismos internacionais, de tal afronta aos nossos direitos fundamentais; à imediata reivindicação deste direito, basilar na construção da sociedade inclusiva; igualmente é pertinente lutar por justos critérios de atribuição de recursos: que os milhares de milhões de euros destinados à ruinosa especulação bancária sejam consignados às políticas sociais de favorecimento dos grupos desfavorecidos.

É preciso agir! O governo  há-de ser «voz da mudança»; No próximo semestre, nos próximos anos,  é preciso dar passos firmes na construção da sociedade inclusiva.

A resignação não gera mudança! A luta pode transformar; não lutando, perderemos; lutando, é possível a vitória!... «nada sobre nós, sem nós»!... 

 

DDE/APD – O porta voz

A modalidade de andebol adaptado é jogada em cadeira de rodas em equipas de 4 (CR4) ou 6 (CR6).

Existem dois campeonatos para as duas vertentes - CR4 e CR6, divergindo nos tempos de jogo.

As regras do andebol em cadeira de rodas são semelhantes às do andebol tradicional.

As equipas podem ser mistas e não existe equipas por categorias de idades.

 

Na APD é praticada esta modalidades nas delegações de LeiriaLisboa e Porto

 

A prática desta modalidade está aberta a atletas com qualquer deficiência em provas masculinas e femininas.
O regulamento base é o da IAAF (Associação Internacional de Federações de Atletismo), com algumas adaptações de acordo com o tipo e grau de deficiência dos participantes, seguindo os regulamentos das entidades que controlam os desportos adaptados de competição.
 
Os atletas competem de acordo com as classificações desportivas segregadas, ou seja agrupadas por área de deficiência, de forma a haver equilíbrio na competição, e contam com recursos como cadeiras de rodas, próteses ou até mesmo outro atleta como guia.
 
Na APD poderá praticar esta modalidade nas delegações de Braga e Paredes. 

 

 

 

No ténis de mesa participam atletas do sexo masculino e feminino com Deficiência Motora (paralisia cerebral, amputados e cadeira de rodas), Intelectual e Auditiva.
 
As partidas consistem no melhor de cinco sets, sendo que cada um deles é disputado até que um dos jogadores atinja 11 pontos.
Em caso de empate em 10 a 10, vence quem primeiro abrir dois pontos de vantagem.
 
A instituição responsável pela modalidade é a Federação Internacional de Ténis de Mesa (ITTF). 
A classificação dos atletas é realizada a partir da mensuração do alcance de movimentos de cada atleta, força muscular, locomoção, equilíbrio na cadeira de rodas e a habilidade de segurar a raquete.

 

 

 

 

 

RGPD - Regulamento Geral de Proteção de Dados

 

De acordo com o Regulamento Geral de Proteção de Dados, os dados recebidos através das páginas web, serão processados informaticamente e a sua utilização destina-se exclusivamente para uso interno para responder às questões e formalizar diligências junto das entidades responsáveis. O utilizador deve ter conhecimento de que os dados inscritos irão circular numa rede aberta até ao seu registo na Base de Dados, podendo ser intercetados por terceiros. Aos utilizadores é garantido o acesso aos dados para eventual correção ou eliminação. 

A Associação Portuguesa de Deficientes não fornecerá os dados pessoais a entidades terceiras, e só em situações de necessidade de identificação para resolução das suas questões, haverá uma comunicação prévia solicitando a sua autorização para fornecer os seus dados a entidades terceiras, nomeadamente Câmaras, Hospitais, e Instituições Públicas, pelo que, a sua utilização pressupõe o conhecimento e aceitação destas condições.

 

Poderá consultar mais informações sobre o Regulamento (UE) 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho de 27 de abril de 2016 e a sua aplicação em https://www.cnpd.pt/bin/rgpd/rgpd.htm 

 

Saiba mais sobre a nossa política de privacidade aqui.