Clínica Fisioterapia Gonçalves de Castro

A Associação Portuguesa de Deficientes assinou um protocolo com a Clínica Fisioterapia Gonçalves de Castro, localizada em Lisboa.

Este protocolo, pretende beneficiar os sócios da APD na área da fisioterapia.

Mais informações no site:  https://clinicagoncalvesdecastro.com 

Protocolo de colaboração

 

Ortopedia Quimera dos Sorrisos

A Associação Portuguesa de Deficientes assinou um protocolo com a Ortopedia Quimera dos Sorrisos, Lda., localizada em Corroios.

Este protocolo, pretende beneficiar os sócios da APD na aquisição produtos ortopédicos.

Mais informações no site: https://www.universosenior.com

Protocolo de colaboração

 

ORAL+

Associão Portuguesa de Deficientes assinou um protocolo com a ORAL+, Clínica. Domicílios.

Este protocolo prevê que a ORAL+ efetuará descontos em tratamentos de medicina dentária quer em clínica quer em domicílio aos Associados da APD, bem como aos respetivos familiares, quando exibam o cartão de Sócio devidamente validado:

a) Descontos de 10% em tratamentos de medicina dentária ao domicílio, sobre o preço dos serviços prestados constantes na Tabela;

b) Descontos de 15% em tratamentos de medicina dentária em clínica, sobre o preço dos serviços prestados constantes na Tabela;

Nova morada: Av. Cidade de Luanda nº 2-A
                         1800-097 Lisboa

Saber mais: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Tabela de Preços Oral + - Protocolo de Colaboração

 

DENTALSENSE-Clinica Dentária, Médica e Estética

Associão Portuguesa de Deficientes assinou um protocolo com a DENTALSENSE,Clinica Dentária, Médica e Estética, Localizada na Reboleira-Amadora

Este protocolo prevê que a  efetuará descontos em tratamentos de medicina dentária quer em clínica aos Associados da APD, bem como aos respectivos familiares, quando exibam o cartão de Sócio devidamente validado:

Saber mais em: www.asuaclinicadentaria.eu/dentalsense/

Protocolo de colaboração - DentalSense

 

FONÉTICADOTIVA, LDA.

Associão Portuguesa de Deficientes assinou um protocolo com a FONÉTICADOTIVA, LDA, Clínica. Domicílios.

Este protocolo prevê que a Fonéticadotiva, Lda., efetuará descontos na aquisição de próteses auditivas aos Associados da APD, quando exibam o cartão de Sócio devidamente validado:

Protocolo de colaboração Fonéticadotiva, Lda.

 

Iolanda Marecos /Psicóloga

Associação Portuguesa de Deficientes e a Psicóloga Iolanda Marecos, celebraram um protocolo de colaboração para apoio aos sócios e seus familiares, no seu consultório da Rua Latino Coelho nº 87-2º em Lisboa, Telefone 96.404.3884.

Tabela Preços - Protocolo de colaboração - Psicóloga Iolanda Marecos
 Consultar a página 

  

INEPSI-Instituto de Neuropsicologia de Lisboa

Associão Portuguesa de Deficientes assinou um protocolo de colaboração com com o INEPSI-Instituto de Neuropsicologia de Lisboa, para apoio aos sócios cônjuges e filhos, na área de psicologia, psicoterapia e neuropsicologia e serviços de dietética, conforme protocolo.

INEPSI - Protocolo de Colaboração

Preçario 2019 INEPSI

 

Saberdemim, Neuropsicologia e Psicologia Clínica, Lda.

Neuropsicologia, psicologia clínica e promoção da saúde mental
Preços de tabela com 40% desconto para sócios da APD.

Localizada em Carcavelos, na Rua Heliodoro Salgado nº 10-1º
2775-583 Carcavelos
Tel 21.458.4011

 

Farmácia de Holon de Baguim - Rio Tinto

Associão Portuguesa de Deficientes assinou um protocolo com a Farmácia de Holon de Baguim em Rio Tinto, com vantagens na aquisição de medicação (excepto nos produtos de diabéticos) e serviços aos sócios.
Assegura a entrega ao domicilio na zona grande Porto.

Protocolo de colaboração

 

Farmácia Internacional- Lisboa

Associão Portuguesa de Deficientes assinou um protocolo com a Farmácia Internacional em Lisboa, com vantagens na aquisição de medicação e serviços aos sócios e seus familiares.
Assegura ainda entrega de medicamentos na zona central de Lisboa.

Protocolo de colaboração 

 

A Direcção Nacional da APD decidiu pôr termo à participação da Associação na Comissão para a Deficiência, criada por Despacho do Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, por considerar que esta Comissão não cumpre a os objectivos que lhe foram atribuídos, que o seu carácter transitório já se prolongou demasiado no tempo e, ainda, que foi sendo sucessivamente desvalorizada pelo Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social.

Tendo a Comissão sido criada para assegurar a participação das organizações representativas das pessoas com deficiência “na implementação, desenvolvimento e acompanhamento dos dispositivos legais, das políticas e em outros processos de tomada de decisão em questões relacionadas com as pessoas com deficiência.”, o certo é que as políticas foram sendo adoptadas pelo Governo sem consulta prévia da Comissão e, na esmagadora maioria dos casos, estas políticas não melhoraram a vida dos cidadãos com deficiência. De realçar que as propostas da APD sobre matérias para serem tratadas nas reuniões da Comissão não foram consideradas.

Em Outubro de 2014, a APD oficiou o Sr. Secretário de Estado dando nota da sua incomodidade em continuar a participar na Comissão para a Deficiência, considerando que o Despacho que a criou afirmava o seu carácter transitório, até à publicação do diploma de constituição do Conselho Nacional para as Políticas de Solidariedade, Voluntariado, Família, Reabilitação e Segurança Social, o que ainda não se verificou. Este ofício não mereceu qualquer resposta por parte do Sr. Secretário de Estado.

Recentemente foi convocada uma reunião da Comissão, não pelo Gabinete do Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, como até à data foi norma, mas pelo Presidente do INR, I.P. Inicialmente a Comissão era presidida pelo Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social que convocava, tendo depois vindo a ser presidida pelo Chefe de Gabinete do Secretário de Estado, que convocava. Esta última convocação, feita através do INR, I.P., enfatiza a pouca relevância atribuída pelo Sr. Secretário de Estado ao órgão de consulta para a área da deficiência.

A Associação Portuguesa de Deficientes considera que é urgente a criação de um órgão de consulta das ONG de pessoas com deficiência na dependência do Conselho de Ministros, já que sendo a deficiência uma matéria transversal não faz sentido nem produz efeitos que esteja adstrito a um único Ministério.

Lisboa, 28 de Setembro de 2015

Orçamento de Estado para 2014

                          Perdas brutais nos vencimentos

 A Lei n.º 83-C/2013 de 31 de Dezembro - Lei do Orçamento Geral de Estado para 2014 dispõe de duas medidas que agravam consideravelmente a vida das pessoas com deficiência. São elas, a redução das remunerações dos Funcionários Públicos e a aplicação da contribuição extraordinária de solidariedade aos pensionistas, que não tem retorno.

 Os trabalhadores da Administração Pública foram confrontados recentemente com a brutal redução, em 2014, dos seus rendimentos de trabalho, para vencimentos a partir de 675,00. Esta redução em alguns casos (de dois técnicos por exemplo um dos quais com deficiência e com dois filhos) chegam aos 300,00 euros mensais, a somar aos cortes que já tinham sido aplicados nos dois últimos anos.

 Os pensionistas, por seu lado, incluindo os que têm uma deficiência, viram diminuído o valor da sua pensão, através da aplicação da Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES).

 Enquanto se agrava a situação dos trabalhadores e pensionistas com deficiência nada é feito para solucionar os gravíssimos entraves à inclusão social que condicionam a vida destes cidadãos e dos quais resultam despesas acrescidas para o agregado familiar.

 O empobrecimento sistemático dos trabalhadores, a diminuição dos beneficiários dos apoios sociais contrasta com a escandalosa distribuição da riqueza no nosso País. Portugal é o País europeu em que as desigualdades são maiores. Segundo o Eurostat os 20% mais ricos em Portugal auferem um rendimento que é 5,7 vezes superior ao daqueles que se encontram entre os 20% mais pobres. Com os cortes aplicados em 2014 a tendência de empobrecimento será maior.

 A euforia demonstrada pelos nossos governantes, ao anunciar o cumprimento do défice acordado com a Troika em 2013, causa um profundo sentimento de revolta no seio de todos os veem os seus rendimentos saqueados, que assistem à destruição do sistema nacional de saúde, da escola pública, da solidariedade social ao mesmo tempo que se pactua com a fuga do pagamento de impostos para o estrangeiro, a manutenção das PPP, o pagamento de juros brutais decorrentes de empréstimos contraídos por empresas públicas.

 A Associação Portuguesa de Deficientes exige que o Estado Português cumpra as obrigações que assumiu ao ratificar a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência que o obriga a assegurar a estes cidadãos uma vida digna.

 Lisboa, 25 de Janeiro de 2014

 

 

 

 

RGPD - Regulamento Geral de Proteção de Dados

 

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Poderá consultar mais informações sobre o Regulamento (UE) 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho de 27 de abril de 2016 e a sua aplicação em https://www.cnpd.pt/bin/rgpd/rgpd.htm 

 

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