ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DEFICIENTES

COMUNICADO

O Conselho Nacional da Associação Portuguesa de Deficientes manifesta o seu mais veemente repúdio pela violência das medidas de austeridade do Orçamento de Estado 2014, que conduzem ao empobrecimento continuado da esmagadora maioria dos portugueses.

As consequências da aplicação das medidas do OE 2014 configuram a violação de um vasto conjunto de direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa e, no caso das pessoas com deficiência, na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Os cortes e despedimentos anunciados significam aumentar desmesuradamente o vasto número dos que já hoje não têm acesso a uma vida com o mínimo de dignidade.

Neste conjunto de medidas assustadoras e iníquas que integram o OE 2014 as pessoas com deficiência não são poupadas. Nem nos despedimentos, nem nos cortes de salários e de pensões.

O pedido de esforço feito pelos governantes aos cidadãos portugueses é quase generalizado. Aplica-se aos muito pobres, aos pobres, aos remediados e aos assim-assim. Há excepções. Os que transacionam em offshores, os que recebendo o nosso dinheiro o depositam em bancos no estrangeiro evitando pagar impostos, as grandes empresas, a banca.  

O caminho traçado pelo governo português, a coberto da Troika, para a consolidação da dívida pública é a via para a miséria de muitos portugueses e da perda da soberania do nosso País. Este não é certamente o caminho que a maioria dos portugueses quer. 

O Conselho Nacional da APD manifesta o seu apoio às medidas que a Direcção Nacional entenda adoptar para travar a aprovação desta proposta de Orçamento de Estado.

Lisboa, 19 de Outubro de 2013

Comunicado

A Associação Portuguesa de Deficientes, porque nada tem para festejar, decidiu assinalar o dia 3 de Dezembro, Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, com a realização de uma vigília frente à Assembleia da República, das 19h00 às 22h00.

As medidas de austeridade não afetam somente as pessoas com deficiência mas, pelas suas condições particulares, são estas que mais sentem os cortes nos vencimentos, pensões e apoios sociais. Para lançar este alerta, a APD enviou o convite a um conjunto de organizações para se associarem à vigília que irá realizar, no dia 3 de dezembro, das 19h00 às 22h00, frente à Assembleia da República, uma ação contra as políticas que estrangulam a vida dos portugueses e põem em causa a soberania nacional. 

◊   Queremos os professores ao nosso lado, porque está em causa a escola pública e a educação dos alunos com NEE;

◊   Queremos os alunos do nosso lado, porque a degradação das condições nas escolas atinge todos sem exceção;

◊   Queremos os trabalhadores do nosso lado, porque, tal como os trabalhadores com deficiência, estão também a ser vítimas de roubos nos seus salários;

◊   Queremos os reformados/pensionistas do nosso lado, porque há uma quebra de contrato intolerável por parte do Estado que afeta todos os cidadãos.

◊   Queremos os trabalhadores precários do nosso lado, porque a precaridade é um problema que se coloca também aos trabalhadores com deficiência;

◊   Queremos as organizações que lutam pelos direitos dos cidadãos do nosso lado, porque estão em causa direitos fundamentais dos cidadãos.

◊   Queremos todos os portugueses do nosso lado, porque nós todos sentimos nas nossas vidas as consequências brutais das medidas de austeridade.

Outras soluções são possíveis para resolver os problemas do país e é por elas que temos de lutar.

 Lisboa, 28 de Novembro de 2013

Entrega do Prémio Dignitas

A Associação Portuguesa de Deficientes, com o patrocínio da MSD e o apoio da Escola Superior de Comunicação Social, realizou no dia  3 de Maio de 2016, no Novo Auditório da Assembleia da Républica a entrega de prémios referente à  8ª edição do Prémio Dignitas, distinguindo os seguintes trabalhos publicados pela Comunicação Social durante o ano de 2015:
Entrega dos prêmios Dignitas
Prémio - Televisão e Prémio Dignitas:
"Impossivel é só um exagero para difícil"
Jornalista Miriam Alves - SIC 

Menção Honrosa Televisão:
"Corpo Sentido"
Jornalista Mafalda Gameiro - RTP

Prémio - Imprensa:
"Semear a mudança"
Jornalista Cláudia Pinto - Noticias Magazine (Diário de Noticias)

Prémio - Rádio:
"O extraordinário mundo de Irina"
Jornalista Pedro Mesquita - Rádio Renascença

Prémio - Jornalismo Digital:
"O que é isso da Vida Independente"
Jornalista Vera Moutinho - Jornal Público

Prémio - Jornalismo Universitário:
"A Genética do Amor"
Estudante Tomás Albino Gomes  - Escola Superior de Comunicação Social

 

A Associação Portuguesa de Deficientes, com o patrocínio da MSD e o apoio da Escola Superior de Comunicação Social, realizou no dia  5 de Maio de 2015, no Novo Auditório da Assembleia da Républica a entrega de prémios referente à  7ª edição do Prémio Dignitas, distinguindo os seguintes trabalhos publicados pela Comunicação Social durante o ano de 2014:

 Prêmios Dignitas 2014

Prémio - Imprensa escrita e Prémio Dignitas:
"Falar com quem não consegue ouvir"
Jornalista Nélia Pedrosa - Diário do Alentejo
 

Prémio - Jornalismo Digital:
"Feridos em serviço descobrem uma nova vida na GNR"
Jornalista Sónia Simões - Observador


Menção Honrosa Rádio:
"O parque biológico da Serra da Lousã"
Jornalista Liliana Carona - Rádio SIM / Rádio Renascença

Prémio - Rádio:
"O Telhadinho"
Jornalista Cristina Lai Men - Rádio TSF

Prémio - Televisão:
"Um Olimpo diferente"
Jornalista Ana Leal - TVI


 

 

 

 

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