Desfile de 25 de Abril de 2017

 

Comunicado – Dia do SNS

O direito à saúde – direito primordial – consta, inequivocamente: da Declaração Universal dos Direitos Humanos; da Constituição de Abril; - equiparado ao direito à vida – cuja violação configura renegação intencional daqueles direitos, tão apregoados, quando convém, mas violados, impunemente.

A DDE/APD tem proclamado, infatigavelmente, a defesa do direito à saúde, [componente do direito à vida (direito primordial)] expressão humanista do rumo à sociedade inclusiva.

Em coerência, é defensora inabalável do SNS – Serviço Nacional de Saúde; censura asperrimamente todas as nefandas manobras postas em prática pelos poderes, aliados dos «predadores dos doentes», renegados propagandistas dos direitos humanos. 

Evocando o DiaNacional do SNS, a DDE/APD apoia/saúda todas as lutas em defesa do SNS, salientando os protestos promovidos pelos médicos que reclamam dignas condições de trabalho, equiparadas à qualidade dos serviços prestados às populações em progressivo empobrecimento; atinge foros de escândalo a redução de médicos em dedicação exclusiva no SNS, desmascarando a miserável propaganda; não bastam «palminhas», não bastam falsos aplausos, é preciso dignificar todos os trabalhadores do SNS; a pandemia deveria ter ensinado os protectores do negócio da saúde lições sobre o desastroso negócio da sua privatização; «cães e  lobos, comem dos mesmos bodos»! Que dizer da intolerável pressão sobre a ADSE? Como explicar silêncios cúmplices? «carteiras cheias»!     Porque toleraram a indigna falta do negócio privado, durante a pandemia? É vergonhoso o barulho contra a criação de novos cursos de medicina, quando certo personagem, revestido de hipocrisia, pedia mais médicos; porque não foi investigada a denúncia de favores aos hospitais que reduzissem as mortes ao covid-19, promovendo, indirectamente o negócio das vacinas? Não é criminosa a desigualdade na vacinação entre os países desenvolvidos e os países pobres?

O regime democrático fracassou na promoção dos direitos humanos; fazendo cuidada retrospectiva, cotejando a comunicação social – apesar da costumada subserviência – detectam-se: inúmeras afrontas ao direito à vida; intoleráveis negligências; descuidadas degradações de unidades de saúde; cedências aviltantes aos predadores da doença, cuja ganância de fabulosos lucros é permitida pelo sórdido negócio da saúde; injustas desigualdades, fustigando sempre as regiões interiores; dezenas de mortes evitáveis, se houvesse eficácia; crónico sub financiamento dos hospitais públicos, quando são afectas ao sector privado largas verbas, - milhões de euros; repartição fortemente assimétrica de recursos – económicos, logísticos, técnicos, humanos.

Este cenário trágico tem atingido, com particular injustiça, a região Alentejo, palco de reiteradas violações, - mortes: Évora, 1993; Reguengos, 2020 - violações sempre impunes  dos direitos humanos; são suficientemente conhecidos os seus traços negativos – desertificação, envelhecimento, dispersão –que exigem planificação rigorosa, cuidadosa, criteriosa.

É  espantosa a ausência de audição das populações; é fuga indigna às responsabilidades/atribuições do estado a repetida obstinação em transferir para as autarquias locais o sector da saúde, porque faltarão, seguramente, verbas suficientes para assegurar cobertura capaz ao público alvo, dadas as suas ingentes necessidades, derivadas da conhecida degradação do tecido social.

A DDE/APD preveniu, denunciou, reclamou! Apresentou imensas propostas! Sem diálogo, desvalorizando a experiência/conhecimento, nada mudou! Nas zonas deprimidas faltam:

planeamento; recursos; gestão eficaz…

Que explicação coerente para a recusa reiterada de plano de contingência para a região?

Falta, igualmente, capacidade reivindicativa, sendo espantosa a apatia do poder local…

A inércia das organizações cívicas é factor de estagnação; reformados, famílias, populações excluídas -  em risco de exclusão - precisam: tomar consciência; organizar-se; unir-se, para fazer ouvir as suas justas exigências, para gerar mudança!...

Defender o serviço Nacional de Saúde – gratuito, geral, universal – é participar da luta tenaz em defesa dos direitos humanos!

Nos nossos dias atribulados, vigiar, reclamar, lutar, afirma a dimensão universal da vaga crescente dos defensores: da fraternidade; da solidariedade; da justiça; da inclusão; do « novo humanismo»!

A DDE/APD não transigirá: na denúncia/condenação da mercantilização/negócio da saúde; na defesa do direito à saúde – equiparado ao direito à vida; na luta, nas lutas, em defesa do SNS; na longa batalha pela construção da sociedade inclusiva…

Saúde, Inclusão, a mesma reivindicação

DDE/APD – O porta voz           

DDE/APD – tlf: 268841666; mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

BOLSAS SOCIAIS EPIS 2021 - TODOS  JOVENS COM DEFICIÊNCIA QUE VÃO INICIAR ESTÁGIOS PROFISSIONAIS - CONTINENTE, AÇORES E MADEIRA

No passado dia 27 de julho, a EPIS lançou a 11.ª edição das Bolsas Sociais EPIS.

Todos os jovens com deficiência (com mais de 18 anos) se podem candidatar a estas bolsas. São 5 bolsas, de um total de 132 Bolsas Sociais, a serem atribuídas. Em anexo segue o regulamento das Bolsas e um cartaz de divulgação: pedimos o vosso esforço para divulgarem junto das vossas comunidades, escolas, pais e alunos/jovens, estas bolsas de apoio financeiro.

Os jovens com deficiência/limitação que vão iniciar estágios profissionais ou ocupacional podem candidatar-se à categoria 4:

CATEGORIA 4 ● JOVENS ESPECIAIS FUNDAÇÃO AMÉLIA DE MELLO. Apoio a jovens adultos com necessidades especiais para iniciarem novos programas/estágios de inserção profissional ou ocupacional em empresas ou outras instituições.

Atribuídas 5 bolsas a jovens adultos (com idade igual ou superior a 18 anos), com necessidades especiais e carências económicas comprovadas, que estejam em processo de seleção para a frequência de um programa/estágio de inserção profissional ou ocupacional em empresas ou outras instituições e que, preferencialmente, beneficiem do acompanhamento de uma entidade especializada que assegure uma adequada mediação entre as partes.

A bolsa destina-se, preferencialmente, a apoiar custos comprovadamente relacionados com a frequência do programa/estágio: custos com saúde e bem-estar, transporte, equipamento informático, materiais de apoio, entre outros.

A candidatura, processo de seleção e atribuição de bolsas são feitos em nome do jovem, com apoio da empresa/instituição empregadora e da entidade especializada. A bolsa será atribuída nominalmente ao aluno e é intransmissível.

Não serão elegíveis as candidaturas de jovens já em frequência de estágio.

Cada jovem poderá receber uma bolsa de 1.500€ ao longo de 1 ano (duas fases, 750€ por semestre) ou de 750€ ao longo de 2 anos (duas fases, 750€ por ano). A atribuição da tranche para a segunda fase é sujeita a comprovação de frequência e de utilização adequada da bolsa na primeira fase, de acordo com critérios definidos neste regulamento.

Para se candidatarem, devem consultar o regulamento, preencher e submeter o formulário de candidatura:

 https://forms.gle/u9nufZMhAmdXT3qE6

Para mais informações:
Susana Lavajo Lisboa
Diretora Financeira / Associação EPIS
Campus do Lumiar, Edifício E - 1.º andar, 1649-038 Lisboa
(+351) 96 46 00 299

 

A Associação Portuguesa de Deficientes - Delegação Distrital do Porto tem a honra de anunciar que foi uma das nove vencedoras do Prémio Fidelidade Comunidade 2021 - 1ª Fase, com o projeto para a criação do Gabinete de Apoio Integrado ao Cuidador, que funcionará nas instalações de Gaia. Brevemente anunciaremos notícias sobre a abertura deste espaço.

A informação já se encontra disponível na página da delegação e na página da Fidelidade. https://premio.fidelidadecomunidade.pt/vencedores/edicao_2021/associa%C3%A7%C3%A3o-portuguesa-de-deficientes-delega%C3%A7%C3%A3o-distrital-do-porto/

 

 

 

 

 

 

A presidente da Direção Nacional da Associação,
Gisela Valente

16 de Julho de 2021

Caros associados, membros do movimento associativo e sociedade em geral,

“Neste ato de tomada de posse dos corpos sociais, afirmo que me sinto muito honrada por integrar esta equipa e que tenho consciência de que a APD tem um património de ação e de prestígio que resulta daquelas que fundaram esta Associação e das sucessivas direções que tem afirmado a importância da nossa luta pelos nossos direitos.  

Quero em nome da direção deixar:

  • Uma saudação aos dirigentes - aos homens e mulheres - que integram os corpos sociais das diversas delegações, porque também a sua ação será fundamental para o próximo mandato;
  • Uma saudação aos trabalhadores da APD, pela dedicação à Associação;
  • Uma saudação aos sócios pela confiança no trabalho da APD. 

A APD tem travado lutas difíceis, com muitos obstáculos, no entanto com muitos objetivos alcançados.

Sabemos, que os próximos tempos não vão ser fáceis, porque a vida das pessoas com deficiência e das suas organizações o não é, nem vai ser, mas cá estamos!

Agradeço a confiança depositada no nosso programa eleitoral e tudo faremos para a união, e para a participação de todos na concretização dos objetivos a que nos propomos para este mandato, porque juntos fazemos ouvir melhor a nossa voz e temos mais força!  

Sobre o mote do nosso programa A União e Ação rumo à inclusão! Tenho a dizer-vos que neste momento em pleno séc. XXI, já não deveríamos estar a referir-nos à inclusão, pois somos pessoas com direitos como todas as outras, aliás como está consagrado na nossa Constituição da República. No entanto, sabemos que a segregação, integração e inclusão, são palavras que nos têm diferenciado dos demais e, é isso que não queremos!

Portanto, temos que nos a unir e agir para estarmos em pé de igualdade com os demais portugueses. 

Termino, dizendo-vos que poderão contar comigo, para em equipa levarmos a cabo esta jornada de trabalho na APD.

Muito obrigada!

A Presidente
Gisela Valente

 

PROCLAMAÇÃO DOS RESULTADOS DA ELEIÇÃO

PARA OS CORPOS SOCIAIS DA APD

E

DAS DELEGAÇÕES DISTRITAIS E LOCAIS DA APD

PARA O QUADRIÉNIO 2021/2025

Aos vinte e seis dias do mês de Junho de dois mil e vinte e um, realizaram-se eleições para os Corpos Sociais da APD e das Delegações Locais e Distritais para o quadriénio 2021/2025.

As Mesas de Assembleia de Voto funcionaram nos seguintes locais: Alcabideche, Amadora, Amarante, Barreiro, Borba, Braga, Chaves, Covilhã, Figueira da Foz, Funchal, Lisboa, Marinha Grande, Mem Martins, Paredes, Ponta Delgada, Porto e Seixal.


Os resultados obtidos para os Corpos Sociais da APD
foram os seguintes:

Lista A – 200; Votos Brancos – 09.


Os resultados obtidos para os Corpos Sociais das Delegações Distritais e Locais da APD
foram os seguintes:

Delegação Local de Amadora – votaram 13 associados. Lista A – 13 votos.

Delegação Distrital de Braga – votaram 21 associados. Lista A – 21 votos.

Delegação Local de Cascais – votaram 08 associados. Lista A – 08 votos.

Delegação Local de Chaves – votaram 14 associados. Lista A – 14 votos.

Delegação Distrital de Évora – votaram 10 associados. Lista A – 10 votos.

Delegação Distrital de Leiria – votaram 12 associados. Lista A – 12 votos.

Delegação da Região Autónoma da Madeira – votaram 17 associados. Lista A – 17 votos.

Delegação Local de Paredes – votaram 13 associados. Lista A – 13 votos.

Delegação Distrital do Porto – votaram 40 associados. Lista A – 36 votos. Votos Brancos - 4

Delegação Local do S. Miguel – votaram 30 associados. Lista A – 30 votos.

Delegação Distrital de Setúbal – votaram 06 associados. Lista A – 06 votos.

Delegação Local de Sintra – votaram 04 associados. Lista A – 04 votos.

Lisboa, 02 de Julho de 2021
 

Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Pedro de Almeida Rodrigues Grilo

 

 

 

 

 

 

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Poderá consultar mais informações sobre o Regulamento (UE) 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho de 27 de abril de 2016 e a sua aplicação em https://www.cnpd.pt/bin/rgpd/rgpd.htm 

 

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